Depressão Infantil

30 de novembro de 2010

A depressão é a principal doença do século, e não atinge somente adultos. Estima-se que de 2 a 5% das crianças no mundo sofram com o problema. O médico pediatra e homeopata Carlos Roberto Brunini fala sobra a doença.

Criança pode ter depressão?
A depressão não é exclusividade dos adultos. A maioria das pessoas confunde depressão e tristeza. A tristeza tem foco determinado, tem tempo determinado, e tem uma circunstância plausível; por exemplo, a pessoa pode estar triste por causa da morte de uma pessoa querida. Existe uma razão. A depressão – a palavra diz: pressão para dentro – o indivíduo não consegue localizar. Não sabe por que e não consegue entender. Essa é a essência da depressão: não conseguir entender de onde vem. Não existe um porquê. Em algumas circunstâncias, depois de muito estudo, você consegue determinar alguns indicadores que dizem: “isso é uma circunstância de depressão”, Mas a depressão, teoricamente, não tem uma explicação. Na verdade, tem muitas e porque tem muitas, nenhuma delas compensa.

A tristeza é saudável?
Claro. Tristeza por uma pessoa querida que foi embora ou pela perda do emprego são situações compreensíveis. Eu não diria saudável, mas compreensível, porque você consegue localizar e, localizando, você encontra recursos que te tiram dessa situação de tristeza.

Como reconhecer uma criança com depressão?
Falarei sobre algumas – inclusive não podemos fugir das espirituais. A criança tem indicadores da depressão. É fácil você perceber quando uma criança está deprimida. Se ela estiver num canto chorando, aborrecida, ou se auto-mutilando, ou se destruindo, ou quebrando coisas das quais ela gosta, então você entende que essa criança está passando por uma fase difícil. É uma pressão que ela está sofrendo interiormente, portanto, uma depressão. Mas existem crianças que não têm os mesmos sintomas clássicos, de choro, melancolia, irritabilidade, e aí você tem que identificar. Eu acho que o grande indicador é o rendimento escolar. Uma criança que sempre teve um bom rendimento escolar, uma criança viva, que sempre participou das atividades escolares de grupo, de brincadeiras, bom aprendizado, de repente, começa a ter queda no rendimento. Os pais são chamados na escola e aí o psicopedagogo fala: “Seu filho está deprimido”. O grande desafio da depressão não está exclusivamente na depressão em si, porque se você tem um problema, encara o problema, procura resolver. Mas existe muito tabu. O pai diz: “O meu filho deprimido?”. Ninguém aceita isso. Ou então: “Onde foi que eu errei?”, ou “O que você fez?”, “A culpada é a avó”. A não aceitação é a grande dificuldade.

O que levaria uma criança a estar num quadro de depressão? A maneira como ela é tratada pode ser um motivo?
Um exemplo frequente no nosso meio é o bullyng. Quer dizer, a criança acaba se expondo a atividades que lhe são desagradáveis para poder agradar ao grupo. Ela está demonstrando uma baixa autoestima. A demonstração de baixa autoestima é um dos sintomas que compõem a “Síndrome da Depressão”. Por que uma criança que não gosta de uma determinada atividade é obrigada a passar por aquilo? Para agradar ao outro. Se não agradar ao outro, não é aceita. E, se não é aceita, ela vai ficar excluída. Isso demonstra um valor interior baixo e isso deve ser levado em consideração.

Se os pais não aceitam fica muito mais difícil para a criança?
Fica a recomendação. Se o filho começa a ter sintomas que são incomuns, tanto excesso de alimentação quanto inapetência, excesso de sono ou insônia plena, irritabilidade em momentos que não deve se irritar, ausência de envolvimento em situações que sempre foram agradáveis, está acontecendo uma mudança no comportamento. A criança está dando sinais que alguma coisa não vai bem. A instabilidade de humor é um indicativo da depressão. É importante que a família busque alguma ajuda, algum aconselhamento, para que consiga enfrentar essa situação. Agora, a rejeição ao problema é um grande obstáculo que nós temos no tratamento da depressão infantil.

Existem números oficiais sobre a depressão infantil?
Não. É muito difícil os pais assumirem que o filho está deprimido. Então não tem um levantamento de dados. A depressão parece que passa um atestado de fracasso, ninguém quer se expor. Não tem como avaliar. Muitas vezes você pergunta para a mãe como é o filho e ela responde que ele é feliz, que ele é normal, mas você pede o relatório para a escola e vê que não condiz com aquilo que foi retratado. Você tem um imaginário que faz parte da fantasia dos pais. Mas essa idéia de que criança é sempre feliz, que os melhores dias são os da infância, hoje em dia é passível de crítica. Muitas mães colocam o filho na natação, no balé, no piano, um excesso de atividades, uma agenda pior do que a nossa. Os pais não tem tempo para a criança e o resultado aparece.

Quais os efeitos da depressão no desenvolvimento da criança?
Alegria implica em melhor aprendizado. A criança alegre e disposta aprende muito melhor que a criança triste. A criança que recebe amor tem um aprendizado inúmeras vezes maior do que aquela que não recebe. Basta comparar uma criança que tem uma família equilibrada, feliz, dentro dos padrões razoáveis, com uma que foi criada no orfanato. Mesmo que esta tenha potencial de desenvolvimento, não tenha nenhum atraso, nem doença crônica, nenhum comprometimento intelectual, vai ter desenvolvimento e aprendizado que deixam a desejar em relação àquela que tem amor.

A criança com depressão vai ser um adulto com depressão?
Não necessariamente se for tratada em tempo hábil, se for diagnosticada em tempo hábil. Os casos não diagnosticados, não tratados, omitidos e camuflados, possivelmente, são um caminho fértil para depressão no adulto. É importante que a gente entenda que a alegria da criança vai implicar num adulto mais alegre.

O senhor é pediatra e homeopata. A homeopatia pode ser usada no tratamento da depressão infantil?
Sim. Não existe um pacote pronto. Como também não existe um pacote pronto dentro da alopatia. Temos algumas drogas dentro da alopatia que mexem com mediadores químicos e dão sensação de bem-estar, de conforto, porém, efêmera, que nem sempre permanece quando retira o remédio. Aí eu não acho uma boa situação. Eu acho que buscar o diagnóstico e assumir o problema é fundamental. A criança precisa de bons conselhos – do psicólogo e também de quem tem experiência de vida. Tem criança que é humilhada. A criança que é humilhada vai ser uma criança depressiva. No lugar da violência física ou de palavras – “você é burro”, “você não aprende”, “você é tonto”, é preciso enaltecer as coisas boas da criança. Melhor do que citar nomes de medicamentos, é importante propor uma reflexão.

Carlos Roberto Brunini é pediatra, mestre em homeopatia, doutor em clínica médica, membro da American Academy of Pediatrics, diretor da FACIS – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo – e autor de mais de vinte livros.

Problemas de audição deixaram de ser exclusividade dos idosos. Com a moda dos aparelhos portáteis de música digital, os jovens também estão no grupo de risco. Compactos e potentes, os fones de ouvido podem causar lesões se forem usados de forma incorreta. A seguir, o otorrinolaringologista Jamal Azzam explica a melhor maneira de curtir um som sem agredir a audição.

De que maneira o som prejudica o ouvido?
O som mexe a membrana do tímpano, que mexe os ossinhos internos e empurra um líquido pra dentro. Esse liquido, quando se movimenta, estimula células que tem uma espécie de cílios. Se o som vem muito forte, os ossinhos vão empurrar com muita força o liquido, e essa força extrema vai levar à lesão.

A nomenclatura do ouvido mudou?
Estamos acostumados a falar ouvido, mas o nome mudou. Agora é orelha. Nós temos a orelha externa, a orelha média e a orelha interna. Um dos motivos desta mudança é que, quando a gente fala ouvido, a gente está referindo-se a ouvir… de audição, mas na verdade, a orelha é responsável tanto pela audição quanto pelo equilíbrio. O equilíbrio e a audição estão ligados de tal forma que a pessoa que tem problema de audição pode ter problema no labirinto. O contrário também acontece: quem tem labirintite pode desenvolver problema na audição também.

Quanto maiores o volume e o tempo de exposição ao som, maior a chance de lesão?
As pessoas tem sensibilidades diferentes. A sensibilidade é genética. Existem pessoas mais sensíveis ao som. No trânsito intenso, o volume é de aproximadamente 85 decibéis. É muito alto! Para se ter uma idéia, se você estiver próximo a uma turbina de avião, o ruído é de 30 decibéis. Os aparelhos de som portáteis chegam a quase 120 decibéis. Então, o nível de intensidade sonora é muito alto . De acordo com pesquisas, a 85 decibéis a pessoa pode se expor até 8 horas seguidas, por dia. O ouvido precisa descansar entre as intensidades de ruído. A 100 decibéis, só pode ficar 1 hora. Em termos de sensibilidade, de 85 decibéis para 100 decibéis, a diferença é muito grande. Um estudo de uma universidade americana aponta que, se você ouvir música na intensidade máxima do aparelho, você poderá ouvir no máximo durante cinco minutos.
Normalmente, as pessoas escutam música alto durante muito mais tempo.
Aí é que está o problema. Nós temos dados que mostram que 20,5% dos jovens brasileiros entre 13 e 23 anos têm algum tipo de lesão auditiva. Estão perdendo a audição muito cedo. Os jovens vão ficar com problemas de audição antes de seus avós. Os números são alarmantes. A perda auditiva afeta 10% da população mundial. Naturalmente que não são todos problemas induzidos por causa dos aparelhos portáteis. Esse número mostra o quanto é prejudicial a lesão induzida por ruído.
 

O tipo de fone tem alguma influência?
A rigor, não. Mas os piores são aqueles que cobrem a orelha e isolam o ambiente externo.

Por que é importante os pais estarem atentos e orientarem os filhos quanto ao volume dos aparelhos portáteis de música digital?
Com lesões auditivas, não se brinca. As lesões, quando ocorrem, são definitivas. Uma das características mais importantes das lesões auditivas induzidas por ruído é que elas ocorrem em frequência muito agudas que normalmente nós não usamos no nosso dia a dia e essas lesões são cumulativas . Hoje, a pessoa não sente nada, mas elas estão acontecendo e se somando. Quando interferir na audição, o dano será irreversível. As lesões acontecem no nervo auditivo e não há tratamento específico para cura e reversão das lesões auditivas. Uma vez que houve a lesão auditiva, não há forma nenhuma de reversão.

Quais as dicas para ouvir música com segurança?
Um estudo pesquisou várias marcas de aparelhos portáteis; todos são muito semelhantes do ponto de vista da saída de nível de intensidade sonora. Se você colocar em 70% do volume total, você pode ouvir com segurança por até 4 horas e meia, lembrando que a sensibilidade individual está em jogo e nós não sabemos quem é mais ou menos sensível. Eu, pessoalmente, sugiro que a pessoa ouça com volume menor que 70% da capacidade do aparelho durante essas 4 horas e meia para ter uma margem de segurança.
 

Tem como reconhecer o exagero?
As pessoas que se expõem a ruídos muito intensos e por tempos prolongados nem sempre sentem. Algumas pessoas sentem um zumbido, um chiado, um pouco de tontura. Mas a perda auditiva, a pessoa não sente. O melhor é sempre prevenir. Recomendo que essas pessoas procurem um médico otorrinolaringologista para examinar a orelha e fazer um exame de audiometria (que mede a audição). Através da audiometria, podemos detectar se já existe a lesão ou não. Se não existe a lesão, vamos evitar que ela apareça. Se ela já existe, vamos evitar a progressão.
 

 

A lesão auditiva pode regredir com tratamento?
A lesão estaciona, mas não regride. Importante lembrar que uma lesão não passa para a outra orelha.

 

Existe tratamento para quem já perdeu a audição?
Não dá para operar. Para a lesão auditiva induzida por ruído, não tem cirurgia. Aparelhos auditivos até podem ajudar, mas as adaptações de aparelhos auditivos nos indivíduos que têm esse tipo de lesão são muito difíceis. Em qualquer sintoma, consulte um médico otorrinolaringologista. É necessário que os pais orientem seus filhos. É necessário que toda sociedade faça isso também.

Jamal S. Azzam é médico formado pela Faculdade de Medicina da USP em 1986 e especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Por Silvana Cavalheiro e Sandra Pimentel

A pílula anticoncepcional surgiu no início da década de 60, o que não significa que, antes disso, não existissem pesquisas relacionadas à contracepção – Hipócrates (460-377 a.C.), considerado o pai da medicina, já sabia que a semente da cenoura selvagem era capaz de evitar a gravidez. Mas foi no dia 18 de agosto de 1960, nos Estados Unidos, que o cientista Gregory Pincus mostrou ao mundo sua invenção: uma pílula eficiente, barata e fácil de usar que aliviava os sintomas desagradáveis da menstruação – a boa desculpa que ele deu para uma sociedade que ainda via o sexo exclusivamente como meio de reprodução. Estava dada a largada na corrida da independência feminina.
Confira, a seguir, entrevista com a médica ginecologista e obstetra Leryane Blaszkowski sobre métodos contraceptivos – que previnem a gravidez mas não protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis.

O anticoncepcional oral é o método mais utilizado pelas mulheres. Teoricamente, todas deveriam saber como ele funciona. Mas ainda existem muitas dúvidas. O que é importante saber sobre a pílula?
A pílula anticoncepcional é o método mais comum porque ele é o mais acessível em termos de custo e também de eficácia. Ele tem eficácia de 99,7%. O método hormonal – não apenas via oral – tem uma ação interessante no organismo, justamente inibindo a ovulação. Ele inibe a ovulação mas mantém a função basal do ovário. Isso quer dizer que a mulher não deixa de ter as características femininas. Isso acontece também com o contraceptivo injetável, adesivo, implante. Métodos hormonais, qualquer que seja a administração, inibem a ovulação.

A pílula pode causar algum efeito colateral?
O anticoncepcional oral é uma dose pequena de hormônios todos os dias. Pode dar dor de cabeça, náusea, gastrite, alteração de humor, perda da libido. Mas menos de 1% das mulheres que tomam apresentam esses sintomas. A eficácia é espetacular e sempre exista a pílula adequada para cada mulher. É engraçado, existem pessoas que têm problemas com as pílulas de última geração e, com aquela antiga, que tem uma alta dosagem de hormônio, ela não sente absolutamente nada. Varia de organismo para organismo. A pílula também pode afetar a coagulação por causa da ação dos hormônios nos vasos sanguíneos. A mulher que tem tendência a desenvolver varizes vai perceber aumento dos vasinhos, inchaço nas pernas.

Pílula aumenta o risco do câncer de mama?
O que sabemos é que 5% dos casos de câncer de mama são hereditários. Hormônio não dá câncer. Se a pessoa tiver um câncer, qualquer hormônio vai alimentá-lo, mas não é o hormônio a causa do câncer. O importante é fazer os exames preventivos regularmente. Ter tido um câncer não é contra-indicação absoluta para a utilização da pílula. Mas trombose, sim. Quem já teve trombose não pode usar pílula. Outro perigo é associar pílula com cigarro: aumentam significativamente os riscos de trombose, infarto e AVC.

Alguma droga pode interferir na ação da pílula?
Os medicamentos mais conhecidos que podem interferir na ação da pílula são os antibióticos. É muito comum a mulher que faz tratamento para a infecção urinária, por exemplo, esquecer disso. Outras não são bem orientadas quanto à interação dos medicamentos. Durante o uso do antibiótico, é necessário se prevenir de outra maneira. Deve-se continuar usando a pílula, mas associada ao preservativo, ou então, não ter relação sexual no período. Alguns remédios como antidepressivos e calmantes também afetam porque alteram a prolactina – hormônio que estimula a produção de leite. Não necessariamente cortam o efeito do anticoncepcional; às vezes, aumentam o efeito da pílula; outras, causam dificuldade às mulheres que desejam engravidar por causa do aumento da prolactina.

Como funciona o anticoncepcional injetável?
Ele também inibe a ovulação. Existem os injetáveis trimestral e mensal. A diferença é que o mensal tem os dois hormônios: estrógeno e progesterona. E a paciente continua menstruando normalmente. O trimestral é só de progesterona pura, de depósito, que tende levar à atrofia do endométrio. É o mais indicado para quem está amamentando, pois nessa fase só é indicado usar a progesterona e não o estrógeno. O contraceptivo injetável tem 0,05% de chance de engravidar; é até mais eficaz que a pílula. Só há um porém: somente 50% das mulheres que utilizam o injetável trimestral têm atrofia do endométrio e param de menstruar. Os outros 50% podem sangrar. Isso é muito comum.

Deixar de menstruar pode causar problemas para o organismo?
Não existe problema nenhum nisso, pelo contrário, existem casos em que é realmente necessário. Algumas mulheres vão para o pronto-socorro a cada vez que menstruam por conta de cólica e hemorragia. E nem sempre dá pra controlar essa situação com a pílula. Independente da vida sexual dessa pessoa, é importante tentar suprimir a menstruação pelo menos por um período. Interromper a menstruação não afeta a ovulação nem a fertilidade.

Qual o mecanismo de ação do adesivo?
Ele é, também, um método hormonal que libera hormônio lentamente. É usado uma vez por semana. A mulher que quer menstruar fica 3 semanas com o adesivo e 1 semana sem ele. É muito interessante para a pessoa que tem intolerância gástrica ou problemas de coagulação – nesses casos, não se indica a pílula. O adesivo pode ser colado nos braços, nas costas, na barriga ou no bumbum. Nunca próximo das mamas por causa dos receptores. E não pode usar hidratante na região.

O implante hormonal é um método relativamente novo. Como ele age?
O implante hormonal é muito moderno. É uma espécie de canudinho de silicone bem fino que fica embaixo da pele, entre a pele e a gordura, e libera hormônio lentamente. Ele tem 3 cm de cumprimento e é colocado no braço que a paciente não usa para escrever, na direção do bíceps. Tem duração de 3 anos. Por ser só de progesterona, ele corta a menstruação. Mas leva até 6 meses para que a paciente entre na menorréia – a interrupção da menstruação. É um excelente método.

Como funciona o sistema intra-uterino? É verdade que pode ser abortivo?
Existem 2 tipos, o hormonal e o de cobre. O hormonal é uma novidade: chegou na mesma época do implante e tem eficácia espetacular. A gente chama de SIU, para diferenciar do DIU (Sistema Intra-uterino de cobre). O SIU dura, em média, 5 anos e também faz a paciente parar de menstruar. Ele inibe a ovulação e é muito usado para tratamentos de mioma, endometriose, TPM e hemorragias. O DIU de cobre tem ação local. Ele é mais acessível em termos de custo e pode durar 10 anos. Ele não inibe a ovulação e tem ação local, impedindo a fecundação. O espermatozóide e o óvulo morrem, não acontece a fecundação, isso quer dizer que nenhum DIU é abortivo. E também não dá câncer. A única contra-indicação é para pacientes que têm alergia a cobre.

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